NA POÉTICA DA AGONIA E DO PRAZER
PADECEM OS VERSOS...
PORQUE NÃO O POETA TRANSCEDER, E ESCRVER DE FORA PARA DENTRO?
E O MUNDO A ELE PERTENCER
E NÃO ELE AO MUNDO.
O POETA DE SOBRENOME LIBERDADE,
O POETA DE TELURICO INFINITO...
O POETA NADA COMO A PEDRA NO CAMINHO
QUE SUBEXISTE COM A MORTE DENTRO DE SI, E VIVA...
O POETA DEUS DA TERRA, DA ENTRELINHA, DA PALAVRA QUE SUFOCA O VERSO DA SUBJETIVIDADE...
O POETA DEUS DAS GRANDIOSIDADES E DOS VERMES... , OS ÚNICOS QUE HÃO DE NOS QUERER NO FIM E DEPOIS DELE.
HEIS POETAS IN NESCIOS, INCAPAZES À INCAPACIDADE
TROVADORES DA VIDA
AMADORES DOS VERSOS...
AMANDA BRAGA
O MEU GRITO...
sexta-feira, 22 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
...
Por hora me faltam os versos...
Por hora me escorre a calma.
Aquela paz eloquente dos meus ouvidos,
Aquele frêmito subto, silencioso e lento
Que apresta o meu grito.
Fazendo partir a minha languidez fértil...
Foste tu ó moço dos olhos rasos de dor,
Que roubaste a minha melancolia.
Roubaste o sol da noite para me dar o dia,
E toda pureza dos versos escritos à mão...
Agora, me fazes escrever com vida.
E ser verbo... E ir por depois dos montes de todas as lógicas e ser infinita e inteira...
Heis a pureza meu amor... E heis a pureza...
Amanda Braga
Por hora me escorre a calma.
Aquela paz eloquente dos meus ouvidos,
Aquele frêmito subto, silencioso e lento
Que apresta o meu grito.
Fazendo partir a minha languidez fértil...
Foste tu ó moço dos olhos rasos de dor,
Que roubaste a minha melancolia.
Roubaste o sol da noite para me dar o dia,
E toda pureza dos versos escritos à mão...
Agora, me fazes escrever com vida.
E ser verbo... E ir por depois dos montes de todas as lógicas e ser infinita e inteira...
Heis a pureza meu amor... E heis a pureza...
Amanda Braga
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Passagens...
Ser tira a humanidade.
Ser limita.
Ser traz infelicidade.
Ser é mentira...
Porquê não se pode ser sempre,
Mas se pode estar, sempre...
Amanda Braga
Ser limita.
Ser traz infelicidade.
Ser é mentira...
Porquê não se pode ser sempre,
Mas se pode estar, sempre...
Amanda Braga
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Sine qua non
Faz-se jovem quem de velho padecia
Sobre as horas de um antigo regimento.
Transfigura-se, Dissipa-se...
Humanize-se depois de aberto o testamento,
A mergulhar num escuro,sem manual.
À render-se, a ser vida e existir, sobre as bordas do quintal...
Amanda Braga
Sobre as horas de um antigo regimento.
Transfigura-se, Dissipa-se...
Humanize-se depois de aberto o testamento,
A mergulhar num escuro,sem manual.
À render-se, a ser vida e existir, sobre as bordas do quintal...
Amanda Braga
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
O SENTIDO PARA OS SENTIDOS...
Levo comigo o silêncio, algumas observações, umas idéias desencontradas... E um amor que é maior que própria vida...
Das lágriams da morte inteira, chorei semana passada, para viver o todo que existe e retornar aos versos, a poesia, que é o existir em sumo.
Nos meus pecados estão as minhas verdades;
Nos meus meus olhos aminha história
Entre os meus dedos e escorrendo pela minha boca, uma faca de dois gumes cortantes e severos...
A minha prosa é prolixa e os meus versos livres... De sentidos... De rimas...
São o negro do azul celeste...
Não sou clara, nunca hei de ser, não sei ser. Estou todos os dias na minha promiscuidade de Eus, de formas e construções indiretas, de absorver e sentir os gestos, os olhares, as palavras e a partir do mundo ser um outro sentido, expressar outra vida que não as banais. Existir nos sentidos, esquecer a matéria, ser... Descalça, despida do que por ventura há de encobrir minha palavra...
Amanda Braga.
Das lágriams da morte inteira, chorei semana passada, para viver o todo que existe e retornar aos versos, a poesia, que é o existir em sumo.
Nos meus pecados estão as minhas verdades;
Nos meus meus olhos aminha história
Entre os meus dedos e escorrendo pela minha boca, uma faca de dois gumes cortantes e severos...
A minha prosa é prolixa e os meus versos livres... De sentidos... De rimas...
São o negro do azul celeste...
Não sou clara, nunca hei de ser, não sei ser. Estou todos os dias na minha promiscuidade de Eus, de formas e construções indiretas, de absorver e sentir os gestos, os olhares, as palavras e a partir do mundo ser um outro sentido, expressar outra vida que não as banais. Existir nos sentidos, esquecer a matéria, ser... Descalça, despida do que por ventura há de encobrir minha palavra...
Amanda Braga.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Inspiração
Heis o humos do meu sentir
A nodoa das minhas vestes
As rimas dos meus versos desencontrados
O prurido dos meus dias castigados
O leve pesar alheio que me faz doer os ombros...
-Ah... se nascer novamente eu pudesse, sem Maria ser...
Mas “ este amor” de sempre me acompanhasse até o dia de eu morrer
E quando a noite chegasse iria despir os pés,vestir os teus olhos molhados da aurora que anoiteceu,cometer o doce pecado,partir sem dizer adeus...
Amanda Braga
A nodoa das minhas vestes
As rimas dos meus versos desencontrados
O prurido dos meus dias castigados
O leve pesar alheio que me faz doer os ombros...
-Ah... se nascer novamente eu pudesse, sem Maria ser...
Mas “ este amor” de sempre me acompanhasse até o dia de eu morrer
E quando a noite chegasse iria despir os pés,vestir os teus olhos molhados da aurora que anoiteceu,cometer o doce pecado,partir sem dizer adeus...
Amanda Braga
Anônimo
Como teu ser são meus versos,
Sem escrupulos ou métrica.
Covardes por natureza...
Desprovidos de título e delicadeza.
Infelizes,Impotentes,O escremento dos vermes...
A heresia dos Deuses...
Amanda Braga
Sem escrupulos ou métrica.
Covardes por natureza...
Desprovidos de título e delicadeza.
Infelizes,Impotentes,O escremento dos vermes...
A heresia dos Deuses...
Amanda Braga
Assinar:
Postagens (Atom)